quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Muito Além... Dos Psicopatas Que Comandam o Mundo [Muse: Drones World Tour]

A poucos dias da apresentação no Brasil, o Muito Além das Aspas gostaria de compartilhar com vocês o porque vale a pena separar um pouco do seu tempo para conhecer o som dos britânicos do MUSE.




Muse??? Quem são?

Muse é uma banda britânica de rock de Teignmouth, Devon, formada em 1994. Seus membros são:

Matthew Bellamy (vocal, guitarra e piano);
Christopher Wolstenholme (baixo, voz secundária e teclado);
Dominic Howard (bateria e percussão).

O estilo de Muse é um misto de vários gêneros musicais, incluindo rock alternativo, música clássica e eletrônica. A banda conquistou vários prêmios ao longo da sua carreira, incluindo cinco MTV Europe Music Awards, cinco Q Awards, nove NME Awards, dois Brit awards, quatro Kerrang! Awards e um American Music Awards. Foi nomeado para três prêmios Grammy, ganhando o prêmio de Melhor Álbum de Rock por The Resistance.

A discografia da banda abrange sete álbuns de estúdio:

- Showbiz [1999];
- Origin of Symmetry [2001];
- Absolution [2003];
- Black Holes & Revelations [2006];
O álbum de maior sucesso, que garantiu ao grupo uma nomeação para os Mercury Prize e o terceiro lugar na lista de "Álbuns do Ano" da NME para 2006.
- The Resistance [2009]; Vencedor do Grammy de Melhor Álbum de Rock.
- The 2nd Law [2012];
- Drones [2015].


Sobre a Drones World Tour

Essa é turnê que tem como objetivo, além de tocar os sucessos da banda, promover o novo álbum de estúdio, "Drones".

Drones [2015]

 1. Dead Inside
 2. (Drill Sergeant)
 3. Psycho
 4. Mercy
 5. Reapers
 6. The Handler
 7. (JFK)
 8. Defector
 9. Revolt
 10. Aftermath
 11. The Globalist
 12. Drones

“Depois de um disco com uma grande influência eletrônica, fez sentido dar um passo para trás, despir-nos daquelas coisas”, explica o baixista do Muse Christopher Wolstenholme, citando o florido álbum The 2nd Law (2012). “Queríamos nos reconectar com nossos instrumentos novamente. O básico grupo de três pessoas.” publicado na Rolling Stones Brasil.

“Todo o conceito é uma metáfora para os psicopatas que estão no comando, que governam o mundo. Que estão no topo das corporações, dos governos, das organizações. O álbum fala sobre a falta de empatia desses psicopatas, que matam para ter mais controle e influência no mundo”.
A investida conceitual do Muse também traz elementos exteriores, como barulhos de chuva e de sirenes de carros policiais. Drones lembra de longe o progressivo do Pink Floyd – em The Wall e Animals – e se aproxima da “ópera rock” do Green Day – American Idiot21st Century Breakdown–, compartilhando a aversão à opressão descarada e a criação de personagens e narrativas com o trio californiano.

Destaque para "Dead Inside" e "Mercy", que possuem videoclips muito interessantes.

"Dead Inside", um videoclipe de uma fotografia muito bonita, o primeiro de "Drones".


"Mercy", Segundo VideoClip de "Drones". A Abordagem distópica do Clipe ficou bem trabalhada para esse som.



[Luís Fernando] Não sei vocês, mas mesmo o CD não correspondendo as minhas expectativas, eu queria muito estar no Allianz Park curtindo esse som maneiro que os caras do MUSE sabem fazer tão bem.

Além do mais, e aí Raul, nos fale um pouco sobre...


Amigos, a cena musical nunca foi fácil pra iniciante nenhum. Falo com a propriedade de quem, definido por si mesmo, carrega o status de ser um músico freelancer de cidade interiorana cuja fama se restringe aos likes dos próprios contatos/familiares numa “famosa rede-social” nas internê da vida. E esse emocionante, porém curto relato, ganha ares de tragicomédia quando vem à tona o detalhe de ser tal banda focada na sonoridade do rock.

Não nos ateremos à aversão natural que o público brasileiro em sua maioria sempre imputou ao rock ou à atual escassez de talentos no gênero, assuntos que podemos deixar para uma futura postagem, mas ao desafio, proposto pelos parsas do Muito Além... para falar sobre essa banda que conquista fãs e detratores por onde passa: os britânicos do MUSE.

Se for mesmo a Isaac Newton creditado a frase “se cheguei até aqui foi porque me apoiei no ombro dos gigantes”, pode-se dizer que aos músicos do MUSE a mesma tenderia mais para “como grande parte dos gigantes se foram, e só restou anões, eis o porquê d’eu aqui estar”. Realmente, desde os 90’s, com o grunge nos Estados Unidos e a Segunda Invasão Britânica com o Britpop, que não se vê uma banda capaz de personificar toda uma geração, musical ou esteticamente falando, apesar de esse também não ser o caso do MUSE.

É querer reinventar a roda achar que se diz alguma novidade ao expor o fato de que a cena rock já viu dias melhores, e é ingenuidade achar que sob toda e qualquer nova banda, num gênero de mais de 50 anos de história, não recairia o peso do legado das influências que tais bandas trazem consigo – os tais gigantes, quando não dinossauros, falados anteriormente. E essas comparações não faltam ao MUSE.

NIRVANA, do qual Matthew Bellamy e companhia já tocaram covers no início da carreira, Radiohead, eterna comparação da qual a banda vem conseguindo se afastar desde o aclamadíssimo Origin of Simetry, Queen, banda referência na fusão entre erudito e popular e da qual o MUSE claramente busca nortear seu som, New Order, na sua experimentação de efeitos, Smashing Pumpkins – é sério... Nomes que habitam o rol da fama entre fãs do gênero e, principalmente, leigos, tornaram-se fantasmas com os quais os integrantes têm constantemente que se esquiva em entrevistas mundo afora. Mas até que ponto isso diminui ou não a importância da banda na atualidade? Será coincidência o fato de Arctic Monkeys, Coldplay, MUSE e Foo Fighters serem os únicos medalhões contemporâneos a conseguirem lotar estádios num mundo onde as bandas antigas ainda despontam nas vendagens de música física ou digital?

Amigos, evito me prolongar mais e cometo a maior gafe cabível a um crítico musical iniciante, que é dizer que, se não for o MUSE uma banda tão original assim, ao menos eles não podem ser acusados de serem acomodados ou indiferentes a busca por um som que seja tanto uma marca registrada da banda quanto original, apesar das inúmeras “aspas” presentes no DNA de origem. Bellamy e companhia não mudaram o mundo, mas digo a contragosto que provavelmente nenhuma banda voltará a alcançar tal façanha. Afinal, a verdadeira revolução musical dos 00’s não foi nenhum conjunto musical, mas a democratização da informação que a internet proporcionou. Democratização essa que, ao mesmo tempo que permite a qualquer um acesso imediato a mídias musicais, arma o fã da maior arma destruidora de novos talentos: o saudosismo ufanista.

P.s.: Aos meus irmãos da banda EVOKES pelos anos de ensaios cabulados e por garantir que meu envelhecimento seja o menos careta possível.

E aí, gostou? Então curta, comente e compartilhe com seus amigos!!!
Até a próxima!!!
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Muse
Imagem: Google, todos os direitos reservados aos seus respectivos autores.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Muito além... de A Lenda de Ruff Ghanor Volume I

Dois clérigos e uma cabra. É assim que se inicia a incrível Lenda de Ruff Ghanor. Mas ai você me pergunta... Como assim?!?! Vem comigo que eu te explico!!! Bem aqui no Muito Além das Aspas.

ilustração da capa por Marco Teixeira

E agora que você esta aqui, volta a pergunta.... COMO ASSIM?!
Dois clérigos e uma cabra podem mesmo iniciar uma lenda???
Antes de mais nada te garanto que não tem nenhum sacrifício envolvido.



Mas antes da explicação vamos a parte técnica:




A lenda de Ruff Ghanor foi escrito por Leonel Caldela, autor da Trilogia da Tormenta, que é composta por O Inimigo do Mundo, O Crânio e o Corvo e o Terceiro Deus. Também escreveu O Caçador de Apóstolos e Deus Máquina, estes romances de fantasia medieval de universo próprio. Leonel também edita e traduz livros de RPG pela editora Jambô.


Leonel Caldela



Titulo: A Lenda de Ruff Ghanor - O Garoto-Cabra vol 1
Autor: Leonel Caldela
Edição: 1ª 
Editora: Nerd Books
ISBN- 978-85-68295-00-7

Sinopse: Nos confins de uma terra inclemente, assolada por monstros e governada pelo terrível dragão Zamir, ergue-se o mosteiro de São Arnaldo. Os clérigos tentam viver em paz, sob o jugo do tirano, quando encontram um estranho garoto. Uma criança selvagem, dotada de poderes misteriosos, que luta como um adulto. Seu nome é como um rugido: Ruff Ghanor.

Descendente de uma linhagem esquecida de reis, Ruff Ghanor pode ser o escolhido para combater o dragão. Vivendo no mosteiro isolado, ele cresce sob o peso de seu destino, cercado pelos amigos e amores de sua infância. Capaz de causar terremotos com as mãos e treinado desde cedo pelo rigoroso prior, Ruff tem um futuro de glória e sangue a sua frente.

Esta é a história de um jovem com um dever monumental, imposto por homens e deuses. Uma vida repleta de fúria e paixão, medo e fé. O início da jornada de um herói e de um rei.

Esta é a lenda de Ruff Ghanor.

Baseado na primeira trilogia de NERDCASTS de RPG, A Lenda de Ruff Ghanor conta o passado do reino de Ghanor e o surgimento de seu maior campeão.

E agora sim, vamos a explicação.

A história começa com dois clérigos a procura de cabras desgarradas, faltando apenas uma delas para o fim da tarefa. Na procura pela cabra fugitiva em uma manhã congelante, eles acabam no Túnel Proibido (obviamente proibido), onde encontram um menino magrelo lutando com um monstro. Ao fim da batalha os clérigos levam o menino arredio e selvagem para o mosteiro, chocados com a luta que testemunharam (nada de detalhes da luta). E foi assim que se deu início a Lenda de Ruff Ghanor, com dois clérigos e uma cabra fugitiva.

E sobre o livro em geral, bem... o livro tem uma narrativa rápida e concisa, ele te prende, e pelo menos no meu caso, sempre te obriga a virar a página. A história é densa, o mundo em que é ambientada é pesado, sofrido e as pessoas vivem com medo, a maioria só consegue manter o suficiente para sobreviver por conta dos impostos cobrados por Zamir. A maior parte da narrativa é ambientada no mosteiro girando em torno do crescimento de Ruff e seu treinamento puxado aplicado pelo Prior, e seus relacionamentos com as pessoas da aldeia e os clérigos do mosteiro, mas principalmente com Korin e Áxia.

O livro me amarrou em suas páginas do começo ao fim, cada capítulo vem recheado de aventuras e revelações chocantes. E um final... meus deuses... o final me fez ficar horas pensando... PUTZ NÃO!!!!. Foi simplesmente impressionante. O livro leva de mim uma grande nota 10.

Um pouco sobre os personagens



Ruff Ghanor: 

Personagem título, Ruff começa como um pequeno menino anti-social e de modos selvagens, que não tem memória alguma de sua vida antes da caverna, logo que chega ao mosteiro ele fica sob a orientação dura e decidida do Prior que acredita fielmente que ele é a solução para os problemas com Zamir. Ruff cresce com esse destino pesado sobre suas costas e com um grande poder nas mãos.

Korin, o filho de guarda:

Korin é o melhor amigo de Ruff. Ele nasceu e cresceu na aldeia que fica junto ao mosteiro, seu irmão mais velho foi levado pelos exércitos de Zamir e o pai é guarda, o que faz com que Korin também queira ser um guarda. Um garoto leal e corajoso Korin se despõe a entrar no mesmo treinamento duro dado a Ruff, principalmente para ficar junto do amigo.

Áxia:

Áxia é uma menia que vive na aldeia, sua mãe trabalha em uma taberna a noite e ela cuida sozinha do irmão doente, muito inteligente ela secretamente aprende a magia oculta das bruxas. Ela é ignorada e hostilizada na aldeia pelo trabalho da mãe, por ela esta sempre sozinha, até que Ruff aparece.

Prior:

Líder do mosteiro, é um homem severo e focado em um único objetivo, derrotar Zamir, ninguém sabe nada sobre o passado desse homem imenso, mas todos o respeitam.

Zamir, o vermelho:

Zamir é o monstro que governa a todos com garras de ferro. Ele manda seus exércitos de monstros por toda a criação para coletar impostos e escravos. Dotado de grandes poderes mágicos e grande força física, Zamir está a vontade para exercer sua vontade da forma que quiser.



 E se você não se importa com SPOILERS nos vídeos abaixo vocês podem conferir trechos narrados do livro, com as participações de:

Sérgio Cantú - narrador
Gabriella Bícalho - Síbrian
Issac Bardavid - Prior
Guilherme Briggs - Ruff Ghanor
Duda Espinoza - Taverneiro
Ronaldo Júlio - Hobgblin
Philippe Maia, Andreas Avancini - clérigos
Duda Espinoza, Mickeidy Lisita - aldeões


  A chegada do hobgoblin - Audio drama 1


O ataque ao mosteiro - Audio drama 2



Aqui também vai os links dos nerdcasts de rpg que deram origem ao livro






Ok, galera, minha viagem pela primeira parte da aventura de Ruff e companhia acaba por aqui. Espero que vocês tenham gostado. Comentem ai se sim e se não também.

Até a próxima.









terça-feira, 20 de outubro de 2015

Muito Além... De Uma Profissão, Uma Paixão[ Dia do Maquinista Ferroviário]

Hoje, 20 de outubro, é o Dia do Maquinista Ferroviário, e como é a função que exerço a mais de 5 anos com muito orgulho, vamos falar um pouco sobre a rotina de um Maquinista e a influência da ferrovia na arte como um todo. Embarque nessa viagem aqui, no Muito Além das Aspas.



Ah, o trem!!! Não me lembro da minha primeira viagem de trem, pois sou de família simples, logo não tínhamos outra forma de nos locomover. Mas se tem uma coisa que me lembro bem, foi quando sonhei pela primeira vez em ser um maquinista

Sempre gostei de carros grandes, e vivia dizendo que seria motorista de ônibus, para que eu pudesse sair por ai com um carro bem grande. Mas um dia, quando minha mãe me levava para o médico, pegamos o trem e me lembro de dizer:
-Mudei de ideia mãe!
- Do que, Fernando? - pergunta minha mãe com curiosidade.
- Não quero mais ser motorista de ônibus - disse, bem sério - ele é pequeno perto do trem. Quando crescer quero ser "motorista de trem".
Rindo, minha mãe sorri e diz:
- Nossa, que legal filho, mas é maquinista que se fala. Que orgulho, meu filho um maquinista - me corrige, sem tirar o sonho do pequeno Fernando de 6 anos.
Provas do crime! Premonição?
Com dedicação, na primeira oportunidade que tive, consegui entrar para a CPTM, operadora do estado de SP dos trens metropolitanos. Foi uma festa só dentro de mim. E desde aquele dia comprovei a tão famosa frase:
 
"Faça aquilo que gosta e não terá de trabalhar um único dia na sua vida."
 
Ser maquinista é algo muito peculiar. Vocês já imaginaram a quantidade de sonhos, desejos, sentimentos que uma estrada de ferro carrega todos os dias? O estudante que vai de trem pra faculdade, preocupado com as suas provas, mas sonhando com o dia em que estará formado e realizado profissionalmente; a noiva que, enquanto vai para o trabalho, planeja os detalhes do tão esperado dia; e as crianças, nossa, como esses baixinhos amam essa maquinas gigantes que cortam  as cidades, levando pessoas para lá e para cá.

Não há palavras que possam descrever a sensação de realizar um sonho!


É claro que não existe só o maquinista na ferrovia. Para que ela funcione, existe todo um trabalho em equipe para que nada(ou pelo menos quase nada) de errado e todos possam chegar aos seus destino de forma rápida, segura e confortável! O pessoal de estação, segurança, centro de controle, manutenção, serviços administrativos, enfim, um vasto quadro de trabalhadores empenhados em colocar "os trens nos trilhos" .

Mas o maquinista é o primeiro a ser lembrado quando, em uma roda de amigos, quando você fala que trabalha em uma empresa do ramo ferroviário. Afinal, cabe a ele colocar aquele gigante de ferro a andar e levar pessoas ou mercadorias a seus respectivos destinos.

Vamos então conhecer um pouco da influência dessa maquina tão maravilhosa(tsc tsc, suspeito pra falar) nas Artes em geral.

Música

Trem das 7 - Raul Seixa


Trem das Onze - Demônios da Garoa

Não é possivel que você não conheça essa música. Seus avós provavelmente já cantaram ou murmuraram ela de vez em quando. 



Crazy Train - Ozzy Osbourne



Algumas músicas recomendadas pelo Raul

Heitor Villa-Lobos - O trenzinho do caipira (Bachianas brasileiras #2)


Love In Vain - The Rolling Stones



Jogos

Microsoft Train Simulator

Microsoft Train Simulator é um jogo para PC lançado em julho de 2001 desenvolvido pela Kuju Entertainment. A simulação permite aos jogadores a condução trens( ou seja, ser um maquinista) em vários países da Europa, Ásia e nos Estados Unidos. É necessário parar, acelerar os trens e acoplar os vagões nas composições.


Em 2015, o game recebeu uma nova versão com novas rotas e trens disponíveis para que os jogadores se tornem os melhores maquinistas das ferrovias.

O jogo dispõe de uma variedade de trens dos quais o usuário pode assumir controle. Com o objetivo de subir de cargo na profissão de maquinista, você deve ganhar experiência com todos os tipos de locomotivas e se habituar com os vastos painéis de controle para garantir a segurança dos passageiros durante as viagens do veículo.



The Legend of Zelda: Spirit Tracks

Cem anos depois dos acontecimentos de The Legend of Zelda: Phantom Hourglass,o descendente de Link se prepara para ser nomeado maquinista pela Princesa Zelda. Logo após a cerimônia, Zelda pede a Link que vá ao seu quarto, pois quer conversar com ele sobre algo muito sério. Chegando lá, Zelda conta a Link que algo ruim está para acontecer, e que eles precisam urgentemente fugir do castelo para chegar até a Spirit Tower (Torre dos Espíritos). Link e Zelda conseguem fugir do castelo, mas são parados por Cole, o falso conselheiro real e Byrne,seu capanga. Os dois derrotam Link e Cole força o espírito de Zelda a se retirar do corpo, deixando-a vulnerável. Todos apagam e, quando acordam, não veem o corpo de Zelda, Cole e nem Byrne. E então o espírito de Zelda aparece para Link e eles continuam a viagem até a Spirit Tower. Chegando lá,encontram Anjean, guardiã da Torre, que os ajuda na busca de Cole e o corpo de Zelda.

Final Fantasy 6

No Final Fantasy 6 tem uma parte que você entra no trem que leva as almas das pessoas para o outro mundo. O mais marcante dessa parte é que no final você luta contra o trem.

Você vai correndo na frente dele e usando os especiais, e tem um personagem que o especial dele é dar um suplex, ai ele pega o trem e o arremessa de ponta cabeça.


Livros

Assassinato no Expresso do Oriente - Agatha Christie

Ótimo livro de suspense que li este ano e que, como cenário tem o Expresso do Oriente. Expresso do Oriente (Orient Express em inglês e francês) é o nome do serviço de trem de longa distância que, no seu ápice, ligava Paris à Constantinopla (hoje Istambul).

Veja aqui dados do livro, e leiam, porque é uma boa pedida para uma viagem de trem!

http://www.skoob.com.br/assassinato-no-expresso-do-oriente-1043ed1385.html
Título: Assassinato no Expresso do Oriente
Autor: Agatha Christie
Edição: 5ª - 1989
Editora:
Nova Fronteira
ISBN:
8520912443


Sinopse: Pouco depois da meia-noite, uma tempestade de neve pára o Expresso do Oriente nos trilhos. O luxuoso trem está surpreendentemente cheio para essa época do ano. Mas, na manhã seguinte, há um passageiro a menos. Uma americano é encontrado morto em sua cabina, com doze facadas, e a porta estava trancada por dentro. Pistas falsas são colocadas no caminho de Hercule Poirot para tentar mantê-lo fora de cena, mas, num dramático desenlace, ele apresenta não uma, mas duas soluções para o crime.


Série Harry Potter

Eu queria muito ter embarcado na plataforma 9 3/4, mas infelizmente sou só um trouxa(rs).

A Torre Negra -  Blaine e o Charlie Choo Choo.

Personagem da série a Torre Negra, saga de Stephen King, esse foi os dois trens aos quais eu não gostaria de embarcar! Mas a Torre Negra será assunto para um outro post - AGUARDEM








Filmes, Séries, Animes...

Além dos já comentados na parte de livros...

Incontrolável

Título: Incontrolável (Unstopable titulo original).
Distribuidor:
Fox Filme.
Ano de produção:
2010.



Sinopse: Uma composição carregada de produtos altamente tóxicos está desgovernada e o perigo é iminente. Um condutor (Chris Pine) e um maquinista experiente (Denzel Washington) precisam evitar que uma pequena cidade em seu caminho seja destruída. A única saída é botar em prática uma operação muito arriscada, mas o tempo corre contra eles.

Rail Wars!


Basicamente é um Anime que trata da rotina de uma ferrovia( sim, existe anime de TUDO que você imaginar). A história de Rail Wars! se passa em um mundo paralelo onde o Japão não privatizou suas ferrovias – algo ocorrido em 1987 após a falência da estatal “Japanese National Railways”. Aqui, Naohito Takayama é um estudante comum que sonha em ter um futuro confortável trabalhando na prestigiada estatal, e ele consegue se tornar estagiário na “Railways Security Force”, seção repleta de funcionários incomuns, se destacando entre eles Sakurai, uma mulher encrenqueira que odeia homens. Uma de suas tarefas será lidar com um grupo extremista chamado “RJ”, que planeja privatizar a “Japanese National Railways”.

Fora FullMetal Alchemist, que Ed e Al vivem procurando solucionar o mistério da pedra filosofal para assim poder recuperar seus corpos originais. E como o Anime tem um tom SteamPunk, lógico que não poderia faltar trens!


Bom, é isso que eu queria passar para vocês: mostrar um pouco do porque amo tanto essas maquinas de transportar sonhos, metas, conquistas.

E aí, gostou? Então curta, comente e compartilhe com seus amigos!!!
Até a próxima!!!


Fontes: https://pt.wikipedia.org
http://www.adorocinema.com/
Imagens: Arquivo pessoal e algumas de pesquisa na internet, reservando seus direitos aos seus respectivos autores!
Colaboração na pesquisa: 
Samuel - Amimes, Jogos
Raul: Músicas

domingo, 11 de outubro de 2015

Muito Além... de Uma Pausa Para Reflexão

O Idiota e a Moeda
por Arnaldo Jabor


Arte de Karla Havenna
Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.

Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.

Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.

- Eu sei, respondeu o tolo. “Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda”.

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Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.

A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.

A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
 
A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
 
Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
 
Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
 
O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente.
 
Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação.
 
Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam… é problema deles.
 
Texto:odos os direitos reservados ao autor.
Imagem: Karla Havenna

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Muito Além... Dos Desejos de Lestat[A Rainha dos Condenados - Anne Rice]

Um livro? Um filme? Uma Banda? Tudo em um só: SIM. O Muito Além das Aspas lhes apresenta um pouco das Crônicas Vampirescas, pelo do universo de Lestat, em A Rainha dos Condenados.




A Rainha dos Condenados, no original em inglês The Queen of the Damned (1988), é o terceiro livro da série Crônicas Vampirescas de Anne Rice. Continuando diretamente do final de O vampiro Lestat, narra a origem dos vampiros, a transformação de Akasha e a Lenda das Gêmeas Maharet e Mekare.

A Autora

Howard Allen O'Brien, mais conhecida como Anne Rice (Nova Orleães, 4 de outubro de 1941) é uma escritora norte-americana, autora de séries de terror e fantasia.

Ela mesma escolheu 'Anne' como primeiro nome, ao entrar na escola. Em 1956 perdeu a mãe, Katherine, e dois anos depois, com o pai casado novamente, a família mudou-se para a cidade de Richardson, no Texas, onde Anne conheceu seu futuro marido, o poeta e pintor Stan Rice, já falecido.

Em seus livros, invariavelmente apresenta os seus vampiros como indivíduos com paixões, teorias, sentimentos, defeitos e qualidades, tal como os seres humanos, mas, com a diferença de terem que lutar pela sua sobrevivência por meio do sangue de suas vítimas e sua própria existência que, para alguns deles, é um fardo a ser carregado através das décadasséculos e até mesmo milênios.

O Livro

Título: A Rainha dos Condenados (Queen of The Damned titulo original).
Autor: Anne Rice.
Edição: 1 - 2009
Editora: Rocco.
ISBN8532500315
SinopseA Rainha dos Condenados - Em 'A Rainha dos Condenados', a escritora americana Anne Rice, traz vampiros para todos os gostos. Jovens e delinquentes, como Baby Jenk, da Gangue das Garra, românticos como Armand e Daniel, estudiosos como Jesse, que investiga para a organização conhecida como Talamasca, a história desses seres estranhos, imortais misturados entre mortais, para quem sangue, sexo e morte são elementos indissolúveis do dia-a-dia. Reunidos em torno de Lestat, eles respondem ao chamado de sua música quase hipnótica e correm, ao longo da narrativa de Anne Rice, um perigo difícil de evitar. É que o som de Lestat, desperta Akasha, a mãe dos vampiros, a encarnação da força maléfica feminina, disposta a escolher os justos, entre os vampiros, por meio de um banho de sangue.

E Pra Mim, Como foi ler A Rainha dos Condenados?

A Rainha dos Condenados foi um dos poucos livros que eu havia abandonado e retornei a leitura depois de um tempo. Sua narrativa é mais monótona do que dos seus antecessores, porém após a explicação da lenda da Mãe dos Vampiros, o livro deslancha.

Após a explosão da The Vampire Lestat, a banda de Heavy Metal de Lestat, os vampiros se sentem afrontados e não aceitam a sua exposição perante os mortais.

Alguns capítulos narrados por Lestat são mais "arrastados", com grande apelo filosófico, mas considerados maçantes para os ainda não apreciadores da série. É comum abrir qualquer livro da autora aleatoriamente e se deparar com frases que parecem jogadas ao acaso, como poemas, onde pode-se tirar lições e que instigam ao pensamento.

O ponto forte do livro é o debate entre Akasha e os antigos com relação a importancia dos humanos neste mundo. Diferente de seus filhos, Akasha acredita que os humanos não passam de seus servos e seu alimento.

Enfim, é possível ter uma boa leitura sem necessariamente ter lido os livros anteriores, mas que para quem quiser passar bem pela explicação da lenda, ter lido Entrevista com Vampiro e O Vampiro Lestat ajudam bastante.

Adaptação Para as Telonas

TítuloA Rainha dos Condenados (Queen of The Damned titulo original).
Distribuidor: Warner Bros.
Ano de produção: 2002.

Sinopse do filmeO vampiro Lestat (Stuart Towsend) reinventou a si mesmo e agora é uma grande estrela do rock contemporâneo nos Estados Unidos. Sua música acaba despertando Akasha (Aaliyah), a rainha de todos os vampiros, cujo poder é tão grande que para combatê-la todos os vampiros da face da Terra precisarão se unir a fim de evitar sua própria extinção. Mas assim como a música de Lestat inspira Akasha, que deseja fazer dele seu rei, ela também faz com que Jesse (Marguerite Moreau), uma jovem fascinada pelo lado negro da vida, se apaixone por Lestat.

Trailer:



Curiosidades

Apesar do título, A Rainha dos Condenados é uma mescla dos livros "O Vampiro Lestat" e "A Rainha dos Condenados", ambos escritos por Anne Rice e integrantes da série Crônicas Vampirescas.

O ator Tom Cruise chegou a ser convidado para retornar ao papel de Lestat, que fez em Entrevista com o Vampiro, mas recusou a oferta por já estar envolvido com a produção de outros filmes na época das filmagens de A Rainha dos Condenados.

A cantora e atriz Aaliyah faleceu em um desastre aéreo pouco após completar sua participação nas filmagens de A Rainha dos Condenados. O irmão da cantora, Rashad Haughton, foi então contratado pelos produtores do filme para a dublagem de cenas de Aaliyah, após sua morte.

A voz que é ouvida nas músicas cantadas por Lestat não é do ator Stuart Townsend, intérprete do personagem, mas sim de Jonathan Davis, vocalista da banda Korn.

New Metal Vampiresco - A Trilha Sonora do Filme é uma obra de arte a parte

Recentemente, fui a Galeria do Rock em busca de um outro CD(do Marilyn Manson, que já foi postado aqui), e de repente me deparo com essa relíquia (rs). Não foi barato, mas como diz minha avó Odila: "Mais vale o gosto do que o dinheiro no bolso!!!".


Arquivo Pessoal

O CD está repleto de bandas do estilo New Metal e Metal Industrial, característica marcante da banda The Vampire Lestat. No Filme, as quatro músicas tocadas pela banda de heavy Metal de Lestat, incluindo "System", "Forsaken", "Redeemer", e "Slept So Long" são interpretadas por Jonathan Davis do Korn.

As músicas são de uma qualidade impar. Abaixo confira cada uma delas:





Fontes: http://www.adorocinema.com/filmes/filme-26871/
https://pt.wikipedia.org/wiki/The_Queen_of_the_Damned
https://www.skoob.com.br/a-rainha-dos-condenados-247ed346.html