O dia 13 de julho é conhecido no Brasil como Dia Mundial do Rock. A data celebra anualmente o rock e foi escolhida em homenagem ao Live Aid, megaevento que aconteceu nesse dia em 1985. Venha conosco do Muito Além das Aspas, ver algumas curiosidades sobre o Dia Mundial Do Rock.
O dia 13 de julho é conhecido no Brasil como Dia Mundial do Rock. A data celebra anualmente o rock e foi escolhida em homenagem ao Live Aid, megaevento que aconteceu nesse dia em 1985. A celebração é uma referência a um desejo expressado por Phil Collins, participante do evento, que gostaria que aquele fosse considerado o "dia mundial do rock". O evento também ficou conhecido por contar com grandes artistas do gênero, como Queen, Mick Jagger, Keith Richards, Ronnie Wood, Elton John, Paul McCartney, David Bowie, U2 entre outros.
O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia. O evento chamou a atenção por contar com a presença de muitos artistas famosos na época. Entre os participantes, estavam The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.
Os shows foram transmitidos ao vivo pela BBC para diversos países e abriram os olhos do mundo para a miséria no continente africano.
Dia Mundial? Ué, mas como é mundial se só é comemorado no Brasil?
Apesar de se chamar "Dia Mundial do Rock", a data só é comemorada no Brasil. Ela começou a ser celebrada em meados dos anos 1990, quando duas rádios paulistanas dedicadas ao rock - 89 FM e 97 FM - começaram a mencionar a data em sua programação. A celebração foi amplamente aceita pelos ouvintes e, em poucos anos, passou a ser popular em todo o país. Entretanto, essa data é completamente ignorada em todo o resto do mundo. No Mundo
Outros países e localidades não têm uma data específica para celebrar esse estilo musical ou têm outras datas. Nos EUA, poucas pessoas comemoram a data no dia 9 de julho, em homenagem ao programa "American Bandstand, de Dick Clark, que estreou nessa data. O programa ajudou a popularizar o rock and roll nos EUA.
Por ser uma data definida arbitrariamente e sem respaldo em outros países, especialistas em música contestam essa escolha. Eles sugerem outras datas que seriam mais significativas para a história do rock e que, portanto, mereceriam ser o verdadeiro Dia do Rock. Entre elas, estão o dia 5 de julho, quando, em 1954, Elvis Presley gravou uma versão mais rápida do blues That's All Right e 9 de fevereiro, quando, em 1964, a banda The Beatles se apresentou pela primeira vez nos EUA.
O Muito Além recomenda Muito Rock todos os dias...
Independente de concordar ou não se dia 13 de julho é dia do Rock, o importante mesmo é sempre estar em companhia de uma boa música. E é claro que no dia do Rock iremos indicar uma seleção de músicas montada por nos, do Muito Além das Aspas, que precisam estar na sua Playlist de Rock no para esse dia!
Fontes: Wikipédia
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Como amante de boa música, mesmo com a decepção do último álbum do Avenged Sevenfold, decidi dar uma espiada no novo trabalho, The Stage. E aqui, no Muito Além das Aspas compartilho com vocês um pouco das minhas impressões sobre o 7º Álbum da Banda Californiana.
A Banda
Avenged Sevenfold (também conhecida como A7X) é uma banda norte-americana de heavy metal de Huntington Beach, Califórnia. Formada em 1999, a banda consiste no vocalista M. Shadows, os guitarristas Zacky Vengeance e Synyster Gates, o baixista Johnny Christ e o baterista Brooks Wackerman.
O Avenged Sevenfold começou tocando metalcore em seus dois primeiros álbuns, mas após alguns anos a banda mudou seu estilo musical no álbum City of Evil e hoje é considerada uma revelação e um dos maiores nomes do heavy metal na década.
Na humilde opinião deste que vos fala, Nightmare é o ápice da banda até o momento. Será The Stage capaz de mudar este cenário, pelo menos no conceito deste mero blogueiro?
O CD - The Stage
Todas a músicas foram escritas e compostas por Avenged Sevenfold
1."The Stage" 8:32
2."Paradigm" 4:18
3."Sunny Disposition" 6:41
4."God Damn" 3:42
5."Creating God" 5:34
6."Angels" 5:40
7."Simulation"5:31
8."Higher" 6:28
9."Roman Sky" 5:00
10."Fermi Paradox" 6:30
11."Exist" 15:41
Total: 73:40
The Stage é o 7º álbum de estúdio da banda. Conceituado na relação entre a inteligencia artificial e a auto-destruição da sociedade. Foi lançado em 28 de outubro de 2016, depois de uma transmissão ao vivo na pagina da banda no Facebook. The Stage apresenta a música mais longa da banda até então, "Exist" com seus 15 minutos e 41 segundos.
Mas e ai, como foi ouvir The Stage?
Este louco do Muito Além destaca alguns sons deste álbum: - "The Stage" - O Álbum começa com a música que intitula este 7º. trabalho de estúdio do A7x. "The Stage", primeiro single, teve seu vídeoclip lançado em 13 de outubro, e mostra a violência através de um teatro de marionetes. A empolgação do público a cada cena de batalha e as gargalhadas quando cada perdedor perde sua vida choca por apresentar este lado perverso do ser humano. o fim deste vídeo é bem interessante e de se pensar: para quem é interessante todo este espetáculo?
- "Simulation" - começa parecendo mais uma baladinha, logo em sequencia da anterior, "Angel", porém após a intro dá pra perceber que não é o caso. Ótimo solo! - Higher - minha favorita deste álbum, ótimos solos, alternância de ritmos, tem cara de single. É esperar para ver. - "Exist" - cansativa com seus mais de 15 minutos, porém para os que não ligam para solos gigantescos e introdução interminável, essa musica é feita sob medida. Enfim, como disse no começo deste post, Nightmare ainda é meu álbum favorito desta banda Californiana. Porém, The Stage esta um trabalho muito mais solido e completo, diferente de seu antecessor, Hail to the King.
E você, o que achou!!! Comente e compartilhe com seus amigos
Sou um machista inconsciente. Digo isso porque, muito embora vivamos tempos em que muitas mulheres despontem no topo das paradas de sucesso, eu continuo preso em meu mundinho particular habitado por meus ídolos musicais - quase todos homens.
Talvez eu seja o último dos moicanos que possa dizer que nunca ouviu nenhum disco do fenômeno Adele; que jogue no Google pra se lembrar quem afinal é Marisa Monte - ocorrido há poucos minutos atrás, enquanto digitava este texto -; que, até hoje, desconhece grande parte da produção musical de Elis Regina; que considere Pitty a última roqueira da safra atual que realmente valha a pena se ouvir, embora só conheça mais profundamente a discografia de Rita Lee; que, em geral, ache a contribuição feminina muito a quem da masculina em todos os gêneros musicais, etc. E essa autoavaliação só nasceu recentemente, graças a um evento ocorrido no mundo da música, mas que ainda repercute na mídia especializada: a saudação nazista executada pelo ex-Pantera (e agora ex-Down) Phil Anselmo.
Sim, reconheço, seria mais natural falar neste texto sobre o quão sem noção é a ideia de preconceito na música, como em qualquer outro campo da vida em sociedade. Mas talvez esse caso tenha me feito parar de encarar o problema como algo externo e olhar pra dentro de mim mesmo em busca dos meus preconceitos, despertados anteriormente pela polêmica declaração do ator e músico Seu Jorge sobre a cena rock - do qual deixo aqui um texto para quem queira me ajudar a chegar a uma opinião mais racional. Ou simplesmente, porque seria linear e superficial demais desperdiçar esse espaço que tenho com vocês que nos leem com com um tema tão complexo assim.
Objeções ao politicamente correto à parte, assumo a responsa que me foi concedida pelos loucos do Muito Além das Aspas pra, corrigindo essa desfeita, desbravar com vocês mais a fundo nesse: Muito Além... Do Dito Sexo Frágil!
Muitas vezes renegadas ao papel de meras coadjuvantes de seus pares da área masculina, ao longo das épocas as mulheres vêm contribuindo na evolução da música. Figuras como a monja alemã Hildegard von Bingen no período medieval, a compositora italiana Francesca Caccini no período barroco, a também compositora inglesa da era clássica Harriett Abrams, dentre tantas outras de diferentes anos e de diferentes aptidões musicais - uma lista ampla e completa, para os interessados, é encontrada na Wikipedia -, só agora, com a popularização do conhecimento que a internet propicia, têm recebido os devidos créditos pela importância de suas obras para o mundo atual. E, para a nossa sorte, nosso país também teve suas pioneiras nas figuras de Chiquinha Gonzaga, com a sua 'proto-MPB', Dolores Duram, na nascente bossa nova, e Nora Ney, hoje reconhecida como a primeira interprete de um rock em terras brasileiras ao lado de nomes como Caubi Peixoto e Celly Campelo.
Como que personificando o provérbio que diz que "o pior cego é aquele que não quer ver", muitas vezes fui vendado pela própria indústria da música, por inexperiência. Quantos não são os casos em que compositoras, instrumentistas ou interpretes femininas foram eclipsadas pelo talento de seus parceiros: Almira e Jackson do Pandeiro, Anastácia e Dominguinhos, June Carter e Johnny Cash, Justine Frischmann e Damon Albarn, e, talvez o caso mais emblemático, Courtney Love e Kurt Cobain. Ao enxergarmos o conjunto musical como um Clube do Bolinha, atribuímos à intervenção feminina a culpa pelos percalços que possam vir, papel esse que Yoko Ono vem desempenhando desde 1970 no imaginário dos fãs dos Fab Fours.
Nesse fervilhar informações tendenciosas, poucas foram as musicistas que passaram incólumes sob meu julgamento. A mais ilustre dessas talvez tenha sido a roqueira Rita Lee Jones. Não somete por sua carreira a frente d'Os Mutantes, banda brasileira de maior reconhecimento no exterior ao lado de nomes como Sepultura e Tom Jobim, mas principalmente em sua carreira solo, onde, sem nenhum pudor, a temática feminista era abordada de forma leve e irreverente ao falar de assuntos comuns a todas as mulheres, como a menstruação ou a menopausa. Muito talvez por isso eu seja um dos poucos caras do meu círculo de amizades realmente interessado em conhecer mais a fundo a doutrina - assunto esse que podemos deixar pra uma ocasião próxima.
Tal qual Paulo Coelho que, ao ser perguntado sobre a rapidez com que escreve suas obras, disse que na verdade resumia seus tantos anos de vida nas poucas horas que levava escrevendo, posso dizer que este post nasceu da conversa então descompromissada que tive com Luis, o gênio louco por trás deste blog. Na ocasião, descobri que o pouco conhecimento musical que tinha esteve esse tempo todo pela metade ao não dar espaço às garotas, e que música, além de não ter cor, não tem sexo. P.S.: pra não perder a toada da temática do preconceito que levantei inicialmente, e não encerrar esse texto com mal humor, deixo, acima, o clássico da Patti Smith, rock'n Roll Nigger. Viva a boa música! Imagens: Obtidas através de pesquisa na internet. Todos seus direitos reservados aos seus respectivos autores.
“O artista é o criador de coisas belas. Revelar a arte e ocultar o artista é o objetivo da Arte” – assim já dizia Oscar Wilde. O Muito Além das Aspas vai além da teatralidade e da interpretação cênica na música para explorar essa verdadeira história social, sem perder o foco no que verdadeiramente move a expressão artística: a diversão.
Como algo que transcende a esfera rock, muitos são os artistas, do hoje autointitulado pop, que bebem da fonte desse legado deixado por tais pioneiros. Contudo, como isso se deu? Qual foi a evolução cultural que culminou na excentricidade de uma Lady Gaga, ao ponto da obra se confundir com o artista? O que foi preciso ocorrer para que um Slipknot ou Marilyn Manson se tornassem verdadeiras marcas capazes de atrair um sem número de fãs de Metal ao redor do mundo? O Muito Além das Aspas vai além da teatralidade e da interpretação cênica na música para explorar essa verdadeira história social, sem perder o foco no que verdadeiramente move a expressão artística: a diversão.
“O artista é o criador de coisas belas. Revelar a arte e ocultar o artista é o objetivo da Arte” – assim já dizia Oscar Wilde no prefácio de seu único romance, O Retrato de Dorian Gray, livro que muito me marcou e a inúmeros artistas das mais variadas cenas. Porém, como nosso foco aqui é a música, e não somente por isso, vale salientar que esse verdadeiro preceito da sobreposição da arte sob o artista sempre esteve presente no rock. Sendo essa por sua vez presente em algumas gerações desses mesmos artistas, em maior intensidade do que em outras.
A década de 70 foi um período bastante fértil na formação dos pilares do que, posteriormente, ficaria conhecido como glam rock. O pesquisador Paul Friedlander em sua obra “Rock and Roll: Uma História Social” explica que esta se tornou uma época rica em contradições cujos ecos repercutiram, sobre tudo, no cenário do rock – mola propulsora dos rearranjos sociais e morais do mundo de então. “Por um lado, houve a institucionalização da moda da contracultura, da aparência, da experiência com drogas e da linguagem. Por outro, haviam os esforços do governo (americano) e do show business para reverter a recente abertura e expressividade política e cultural da época”, destaca.
Na crista da onda, bandas como The Stooges e New York Dollsjá instigavam seu público com o visual andrógino de seus integrantes na virada dos 60’s para os 70’s.
Iggy Pop & The Stooges- TVEye 1970 (Cininnati Pop Festival)
New York Dolls - Personality Crisis live at Musik Laden 1973
A origem para a busca desse quase hermafroditismo, porta de entrada para as maquiagens e roupas extravagantes, estava na frustrada liberação sexual da contracultura hippie na geração anterior, nas já presentes discussões pela igualdade de direitos entre os gêneros através da militância feminista, e, por que não, na necessidade de se criar algo novo no showbiz de então, já saturado pela onda do “flower power” – sim, leitor, seja grato a Yoko Ono ao menos por isso. Conquanto, o grande divisor de águas nesse quesito foi o já citado David Bowie que, em 1972, levou toda a ideia da encenação ao extremo da qualidade com o seu "The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars", álbum conceitual que narrava as desventuras do seu alterego andrógino Ziggy Stardust, trabalhando sob o imaginário popular diante da então chegada do homem a lua.
"The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars" de David Bowie
Cabe destacar aqui que toda essa verdadeira revolução, tal como o próprio rock’n roll, só foi possível graças a um fator determinante: a inserção da mulher no mercado de trabalho. Isso mesmo! Embora ainda haja quem veja o rock como um clube do Bolinha, o gênero seria inviável caso não tivesse despertado o interesse feminino. Ou você que nos lê acha mesmo que os Beatles vestiam-se como mórmons-que-batem-a-sua-porta-no-fim-de-semana e usavam ‘penteado de cuia’ por simples zelo de suas mães?
Outro detalhe crucial, fora a influência dos trabalhos de Coco Chanel no campo estilístico dos anos 20 e a fusão entre moda e música, da qual o maior exemplo talvez tenham sido os Sex Pistols, foi o subgênero que mais bem soube assimilar esse tema e fazer-se campo fértil: o Metal.
Muito embora o Black Sabbath já tivesse um quê de mistério ao abordar o oculto em suas canções, foi graças ao subgênero do glam metal (também conhecido como hairmetal ou slazemetal) que cabelos longos, guarda-roupa colorido e atuações extravagantes continuaram a definir o rock pelo mundo. Bandas como Bon Jovi, Stryper, Europe, Poison,Twisted Sister, Guardian, Cinderella, Warrant, Skid Row, Holy Soldier, Van Halen e Mötley Crüeacabaram ditando o comportamento dos Anos 80. Muito embora quase todas essas não tenham conseguido sobrevida na década seguinte.
Sendo culpa ou não do grunge e britpop dos 90’s, o mainstream viu o gosto por shows-atuações no palco minguarem pra renascerem nos dias de hoje – a exceção da Finlândia que cabe uma abordagem mais a fundo num texto futuro. A irônica simbiose entre Metal e pop no resgate a essa (ao mesmo tempo nova e velha) forma de se encarar os holofotes nos fez presenciar artistas tão díspares como Lady Gaga, Slipknot e Ghost B.C trazerem um novo impulso à cena musical, seja na excentricidade de seus fãs ou fidelidade desses com a carreira de seus ídolos. Provando que Velhos Livros contém as novidades de sempre: “não existe nada de novo debaixo do sol” (Eclesiastes 1:9).
A poucos dias da apresentação no Brasil, o Muito Além das Aspas gostaria de compartilhar com vocês o porque vale a pena separar um pouco do seu tempo para conhecer o som dos britânicos do MUSE.
Muse??? Quem são?
Museé uma banda britânica de rock de Teignmouth, Devon, formada em 1994. Seus membros são:
Matthew Bellamy(vocal, guitarra e piano);
Christopher Wolstenholme(baixo, voz secundária e teclado);
Dominic Howard(bateria e percussão).
O estilo de Muse é um misto de vários gêneros musicais, incluindorock alternativo,música clássicaeeletrônica. A banda conquistou vários prêmios ao longo da sua carreira, incluindo cinco MTV Europe Music Awards, cinco Q Awards, nove NME Awards, dois Brit awards, quatro Kerrang! Awards e um American Music Awards. Foi nomeado para três prêmios Grammy, ganhando o prêmio de Melhor Álbum de Rock porThe Resistance.
A discografia da banda abrange sete álbuns de estúdio:
-Showbiz[1999];
-Origin of Symmetry[2001];
-Absolution[2003];
-Black Holes & Revelations[2006];
O álbum de maior sucesso, que garantiu ao grupo uma nomeação para os Mercury Prize e o terceiro lugar na lista de "Álbuns do Ano" da NME para 2006.
-The Resistance[2009];Vencedor do Grammy de Melhor Álbum de Rock.
-The 2nd Law[2012];
-Drones[2015].
Sobre a Drones World Tour
Essa é turnê que tem como objetivo, além de tocar os sucessos da banda, promover o novo álbum de estúdio, "Drones".
Drones [2015]
1. Dead Inside
2. (Drill Sergeant)
3. Psycho
4. Mercy
5. Reapers
6. The Handler
7. (JFK)
8. Defector
9. Revolt
10. Aftermath
11. The Globalist
12. Drones
“Depois de um disco com uma grande influência eletrônica, fez sentido dar um passo para trás, despir-nos daquelas coisas”, explica o baixista do Muse Christopher Wolstenholme, citando o florido álbum The 2nd Law (2012). “Queríamos nos reconectar com nossos instrumentos novamente. O básico grupo de três pessoas.” publicado naRolling Stones Brasil.
“Todo o conceito é uma metáfora para os psicopatas que estão no comando, que governam o mundo. Que estão no topo das corporações, dos governos, das organizações. O álbum fala sobre a falta de empatia desses psicopatas, que matam para ter mais controle e influência no mundo”.
A investida conceitual do Muse também traz elementos exteriores, como barulhos de chuva e de sirenes de carros policiais. Drones lembra de longe o progressivo do Pink Floyd – em The Wall e Animals – e se aproxima da “ópera rock” do Green Day – American Idiot, 21st Century Breakdown–, compartilhando a aversão à opressão descarada e a criação de personagens e narrativas com o trio californiano.
Destaque para "Dead Inside" e "Mercy", que possuem videoclips muito interessantes.
"Dead Inside", um videoclipe de uma fotografia muito bonita, o primeiro de "Drones".
"Mercy", Segundo VideoClip de "Drones". A Abordagem distópica do Clipe ficou bem trabalhada para esse som.
[Luís Fernando]Não sei vocês, mas mesmo o CD não correspondendo as minhas expectativas, eu queria muito estar no Allianz Park curtindo esse som maneiro que os caras do MUSE sabem fazer tão bem.
Além do mais, e aí Raul, nos fale um pouco sobre...
Amigos, a cena musical nunca foi fácil pra iniciante nenhum. Falo com a propriedade de quem, definido por si mesmo, carrega o status de ser um músico freelancer de cidade interiorana cuja fama se restringe aoslikesdos próprios contatos/familiares numa “famosa rede-social” nasinternêda vida. E esse emocionante, porém curto relato, ganha ares de tragicomédia quando vem à tona o detalhe de ser tal banda focada na sonoridade do rock.
Não nos ateremos à aversão natural que o público brasileiro em sua maioria sempre imputou ao rock ou à atual escassez de talentos no gênero, assuntos que podemos deixar para uma futura postagem, mas ao desafio, proposto pelos parsas do Muito Além... para falar sobre essa banda que conquista fãs e detratores por onde passa: os britânicos doMUSE.
Se for mesmo a Isaac Newton creditado a frase “se cheguei até aqui foi porque me apoiei no ombro dos gigantes”, pode-se dizer que aos músicos doMUSEa mesma tenderia mais para “como grande parte dos gigantes se foram, e só restou anões, eis o porquê d’eu aqui estar”. Realmente, desde os 90’s, com o grunge nos Estados Unidos e a Segunda Invasão Britânica com o Britpop, que não se vê uma banda capaz de personificar toda uma geração, musical ou esteticamente falando, apesar de esse também não ser o caso doMUSE.
É querer reinventar a roda achar que se diz alguma novidade ao expor o fato de que a cena rock já viu dias melhores, e é ingenuidade achar que sob toda e qualquer nova banda, num gênero de mais de 50 anos de história, não recairia o peso do legado das influências que tais bandas trazem consigo – os tais gigantes, quando não dinossauros, falados anteriormente. E essas comparações não faltam aoMUSE.
NIRVANA, do qualMatthew Bellamye companhia já tocaram covers no início da carreira, Radiohead, eterna comparação da qual a banda vem conseguindo se afastar desde o aclamadíssimo Origin of Simetry, Queen, banda referência na fusão entre erudito e popular e da qual o MUSE claramente busca nortear seu som, New Order, na sua experimentação de efeitos, Smashing Pumpkins – é sério... Nomes que habitam o rol da fama entre fãs do gênero e, principalmente, leigos, tornaram-se fantasmas com os quais os integrantes têm constantemente que se esquiva em entrevistas mundo afora. Mas até que ponto isso diminui ou não a importância da banda na atualidade? Será coincidência o fato deArctic Monkeys,Coldplay,MUSEeFoo Fightersserem os únicos medalhões contemporâneos a conseguirem lotar estádios num mundo onde as bandas antigas ainda despontam nas vendagens de música física ou digital?
Amigos, evito me prolongar mais e cometo a maior gafe cabível a um crítico musical iniciante, que é dizer que, se não for oMUSEuma banda tão original assim, ao menos eles não podem ser acusados de serem acomodados ou indiferentes a busca por um som que seja tanto uma marca registrada da banda quanto original, apesar das inúmeras “aspas” presentes no DNA de origem. Bellamy e companhia não mudaram o mundo, mas digo a contragosto que provavelmente nenhuma banda voltará a alcançar tal façanha. Afinal, a verdadeira revolução musical dos 00’s não foi nenhum conjunto musical, mas a democratização da informação que a internet proporcionou. Democratização essa que, ao mesmo tempo que permite a qualquer um acesso imediato a mídias musicais, arma o fã da maior arma destruidora de novos talentos: o saudosismo ufanista.
P.s.: Aos meus irmãos da bandaEVOKESpelos anos de ensaios cabulados e por garantir que meu envelhecimento seja o menos careta possível.
E aí, gostou? Então curta, comente e compartilhe com seus amigos!!! Até a próxima!!!
Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Muse
Imagem: Google, todos os direitos reservados aos seus respectivos autores.
Hoje o tema será um estilo de música mais alternativa. Prontos para conhecer um pouco do universo particular de Marilyn Manson? E quais foram suas intenções ao publicar este novo álbum - The Pale Emperor?
The Pale Emperor é o nono álbum de estúdio da banda de rock americana Marilyn Manson, considerado por Manson seu melhor trabalho desde Holy Wood (2000).
O disco foi bem recebido pela crítica e estreou na oitava posição dos mais vendidos nos Estados Unidos com mais de 50 mil cópias vendidas na primeira semana de lançamento.
Lançado em 20 de Janeiro deste ano ,o álbum possui 10 faixas inéditas, sendo que na edição de luxo existem mais 3 faixas em versão acústica.
Uma curiosidade sobre este álbum:
"The Pale Emperor”, foi lançado nos mesmos discos usados para gravar os jogos disponibilizados para o primeiro PlayStation. Ao recorrer a esse modelo de disco (de policarbonato preto), o músico disponibilizou no mercado um produto mais resistente, durável e que conta com um mecanismo que dificulta a gravação de uma cópia ilegal.
Entretanto, parece que nada disso interessava ao músico, já que ele estava de olho no lado estético da coisa. Segundo o Kill Screen, uma textura térmica foi adicionada ao disco. Por conta disso, o CD passa de um tom preto para branco por conta do aquecimento após ter suas faixas reproduzidas, voltando à cor original ao esfriar – o que certamente faz uma alusão ao nome do álbum, “The Pale Emperor”.
Vamos aos dados do CD:
No. Faixa
1. "Killing Strangers"
2. "Deep Six"
3. "Third Day of a Seven Day Binge"
4. "The Mephistopheles of Los Angeles"
5. "Warship My Wreck"
6. "Slave Only Dreams to Be King"
7. "The Devil Beneath My Feet"
8. "Birds of Hell Awaiting"
9. "Cupid Carries a Gun"
10. "Odds of Even"
Versão Deluxe
11. "Day 3" (Versão Acústica de "Third Day of a Seven Day Binge")
12. "Fated, Faithful, Fatal" (Versão Acústica de "The Mephistopheles of Los Angeles")
13. "Fall of the House of Death" (Versão Acústica de "Odds of Even")
Com batidas fortes e bem marcadas, esta música figura em uma cena do filme John Wick (lançado no Brasil como "De Volta Ao Jogo). Curto esta música pela energia que cada batida traz.
Veja o trecho do filme onde "Killing Strangers" é utilizada como trilha sonoroa.
"Deep Six"
Primeira faixa a ganhar videoclip( veja abaixo), está música não deixa nenhuma dúvida de que ele ainda possui um pouco do Metal Industrial em seus albuns.
"Third Day of a Seven Day Binge"
Sem sombra de dúvida, minha música preferida deste álbum. Não sei como descreve-la, então ouçam vocês e me digam depois...
Atenção, este vídeo não é um clipe oficial, beleza?
"The Devil Beneath My Feet"
Ao ouvir esta faixa, não me pergunte porque, mas me sinto em um baile dos anos 1960, mas com um pouco do grunge dos anos 1990. Tudo porque essa faixa me passa uma energia/vibe contagiante.
"Cupid Carries a Gun"
Confesso que esperava um pouco mais desta música. No contexto geral, não é uma música ruim, longe disto. Mas digo a vocês que pelo começo forte, de ritmo envolvente e refrão que fica na cabeça, quando a ouvi inteira pela primeira vez me decepcionei só um pouquinho.
Esta música faz parte da trilha sonora de ritmo Salem, série da, que trata sobre o misticismo envolta da bruxaria influenciando o ritmo político/social de um pequeno vilarejo dos EUA. Mas isto é tema para um outro dia!
Enfim...
O que mais me agradou neste álbum foi sua coesão, ouvindo as músicas em sequencia, elas meio que se conectam. Confesso que dificilmente ouço só uma ou outra, diferente de outros álbuns dele.