quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Muito Além... da Nossa Nova Cara

Ano Novo! Cara Nova!

Ué, mas só agora em fevereiro? mas já tem um mês, na verdade quase dois que o ano começou...
Enfim, mas nunca é tarde para Mudanças!!! E hoje falaremos o porque e o que significa essa nova cara, marcando uma nova fase no Muito Além das Aspas.




Após muitos bate papos sobre o que falar, como postar, e porque postar algumas coisas, surgiu uma grande dúvida: esse logo que estamos usando tem alguma coisa a ver com o blog? 

Depois de muito bate cabeça e pizzas, chegamos ao consenso de que ninguém era realmente um escritor de carreira. Então, porquê uma máquina de escrever?
 A partir daí nossas cabeças começaram a borbulharam de ideias.
Em um dia - de saco cheioem que já não sabíamos mais o que fazer, eis que eu[Luís] falo para o pessoal do blog: minha cabeça explodiu de tanto pensar.
DESISTO!!!
E na cabeça da nossa ilustradora, a ideia assim nasceu.

Fora alguns exageros no relato, de forma resumida, foi mais ou menos assim...

Nossa nova cara tenta retratar exatamente o intuito do blog. Esperamos nesta nova fase, poder compartilhar cada vez mais nossas loucuras, opiniões e curiosidades sobre a Arte e o Mundo do Entretenimento. Que a cada novo texto explodissem recheados de personalidade e conteúdo!

E se preparem que estamos cheios de novidades!!!

Que 2016 seja um ano repleto de coisas legais e novas experiencias para nos do Muito Além das Aspas, e pode ter certeza, que tudo que passar por nossa cacholinha, vocês saberão em primeira mão!

Até a próxima pessoal!!! E não esquece de compartilhar nas redes sociais com seus amigos!!! Abraços!!!

Imagem por Karla Havenna

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Muito Além... Dos 30 Melhores Livros da História segundo a Revista Superinteressante [Desafio Literário - Início]

Quais são os livros mais importantes já publicados? Audaciosa essa pergunta.

Ao ver essa matéria na Superinteressante fiquei curioso e decidi me propor um desafio: Os 30 Melhores Livros da História segundo as indicações da Revista Superinteressante. E aqui, no Muito Além das Aspas, não só compartilharei minha experiência como também quero saber de vocês suas opiniões sobre esses livros. 


É raro o caso em que me proponho um desafio de algo, pois nunca fui muito fã de obrigações sem necessidade. Pois bem, não é que a necessidade nasceu? Após uma Matéria publicada no site da Revista Superinteressante (link aqui), decidi me engajar em um desafio: ler os livros que são considerados os mais importantes, ou como alguns ávidos leitores gostam de dizer, leituras obrigatórias!

Não que eu goste deste termo "obrigatório", pois como está na constituição brasileira: 

Art 5º II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei
ou


Mas me propondo e para quem mais quiser participar, esse desafio de conhecer essas obras consideradas tão importantes. Possui desde livros de filosofia a grandes romances da literatura contemporânea. Entre eles: 1984 - George Orwell; Discurso Sobre o Método - René Descartes; O Príncipe - Nicolau Maquiavel entre outros.

Atenção: Haverá resenhas de todos os livros propostos na lista? Não necessariamente. Mas gostaria sim, de poder conversar com mais pessoas com relação a suas respectivas opiniões sobre estes livros conforme vou terminando.

Bem é isso ai, até as próximas postagens!


Fontes: http://super.abril.com.br/projetos/os-30-livros-mais-importantes-da-historia?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_super
Imagens: Imagens Obtidas atraves de pesquisas na web. Todos os direitos reservados aos seus respectivos autores.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Muito Além... Do Dito Sexo Frágil

Sou um machista inconsciente. Digo isso porque, muito embora vivamos tempos em que muitas mulheres despontem no topo das paradas de sucesso, eu continuo preso em meu mundinho particular habitado por meus ídolos musicais - quase todos homens.





Talvez eu seja o último dos moicanos que possa dizer que nunca ouviu nenhum disco do fenômeno Adele; que jogue no Google pra se lembrar quem afinal é Marisa Monte - ocorrido há poucos minutos atrás, enquanto digitava este texto -; que, até hoje, desconhece grande parte da produção musical de Elis Regina; que considere Pitty a última roqueira da safra atual que realmente valha a pena se ouvir, embora só conheça mais profundamente a discografia de Rita Lee; que, em geral, ache a contribuição feminina muito a quem da masculina em todos os gêneros musicais, etc. E essa autoavaliação só nasceu recentemente, graças a um evento ocorrido no mundo da música, mas que ainda repercute na mídia especializada: a saudação nazista executada pelo ex-Pantera (e agora ex-Down) Phil Anselmo.

Sim, reconheço, seria mais natural falar neste texto sobre o quão sem noção é a ideia de preconceito na música, como em qualquer outro campo da vida em sociedade. Mas talvez esse caso tenha me feito parar de encarar o problema como algo externo e olhar pra dentro de mim mesmo em busca dos meus preconceitos, despertados anteriormente pela polêmica declaração do ator e músico Seu Jorge sobre a cena rock - do qual deixo aqui um texto para quem queira me ajudar a chegar a uma opinião mais racional. Ou simplesmente, porque seria linear e superficial demais desperdiçar esse espaço que tenho com vocês que nos leem com com um tema tão complexo assim.

Objeções ao politicamente correto à parte, assumo a responsa que me foi concedida pelos loucos do Muito Além das Aspas pra, corrigindo essa desfeita, desbravar com vocês mais a fundo nesse: Muito Além... Do Dito Sexo Frágil!





Muitas vezes renegadas ao papel de meras coadjuvantes de seus pares da área masculina, ao longo das épocas as mulheres vêm contribuindo na evolução da música. Figuras como a monja alemã Hildegard von Bingen no período medieval, a compositora italiana Francesca Caccini no período barroco, a também compositora inglesa da era clássica Harriett Abrams, dentre tantas outras de diferentes anos e de diferentes aptidões musicais - uma lista ampla e completa, para os interessados, é encontrada na Wikipedia -, só agora, com a popularização do conhecimento que a internet propicia, têm recebido os devidos créditos pela importância de suas obras para o mundo atual. E, para a nossa sorte, nosso país também teve suas pioneiras nas figuras de Chiquinha Gonzaga, com a sua 'proto-MPB', Dolores Duram, na nascente bossa nova, e Nora Ney, hoje reconhecida como a primeira interprete de um rock em terras brasileiras ao lado de nomes como Caubi Peixoto e Celly Campelo.


Como que personificando o provérbio que diz que "o pior cego é aquele que não quer ver", muitas vezes fui vendado pela própria indústria da música, por inexperiência. Quantos não são os casos em que compositoras, instrumentistas ou interpretes femininas foram eclipsadas pelo talento de seus parceiros: Almira e Jackson do Pandeiro, Anastácia e Dominguinhos, June Carter e Johnny Cash, Justine Frischmann e Damon Albarn, e, talvez o caso mais emblemático, Courtney Love e Kurt Cobain. Ao enxergarmos o conjunto musical como um Clube do Bolinha, atribuímos à intervenção feminina a culpa pelos percalços que possam vir, papel esse que Yoko Ono vem desempenhando desde 1970 no imaginário dos fãs dos Fab Fours.



Nesse fervilhar informações tendenciosas, poucas foram as musicistas que passaram incólumes sob meu julgamento. A mais ilustre dessas talvez tenha sido a roqueira Rita Lee Jones. Não somete por sua carreira a frente d'Os Mutantes, banda brasileira de maior reconhecimento no exterior ao lado de nomes como Sepultura e Tom Jobim, mas principalmente em sua carreira solo, onde, sem nenhum pudor, a temática feminista era abordada de forma leve e irreverente ao falar de assuntos comuns a todas as mulheres, como a menstruação ou a menopausa. Muito talvez por isso eu seja um dos poucos caras do meu círculo de amizades realmente interessado em conhecer mais a fundo a doutrina - assunto esse que podemos deixar pra uma ocasião próxima.



Tal qual Paulo Coelho que, ao ser perguntado sobre a rapidez com que escreve suas obras, disse que na verdade resumia seus tantos anos de vida nas poucas horas que levava escrevendo, posso dizer que este post nasceu da conversa então descompromissada que tive com Luis, o gênio louco por trás deste blog. Na ocasião, descobri que o pouco conhecimento musical que tinha esteve esse tempo todo pela metade ao não dar espaço às garotas, e que música, além de não ter cor, não tem sexo.

P.S.: pra não perder a toada da temática do preconceito que levantei inicialmente, e não encerrar esse texto com mal humor, deixo, acima, o clássico da Patti Smith, rock'n Roll Nigger. Viva a boa música!

Imagens: Obtidas através de pesquisa na internet. Todos seus direitos reservados aos seus respectivos autores.

sábado, 13 de fevereiro de 2016

Muito Além... Do Ano do Macaco de Fogo [ Ano Novo Chinês na Liberdade]

Sempre fui muito curioso com relação ao ano novo Chinês, e esse ano tive a oportunidade de visitar o desfile de ano novo no Bairro da Liberdade - São Paulo/SP. As festividades estão ocorrendo neste sábado(13/02) e domingo(14/02/2016). Confira, aqui conosco, como foi a nossa visita ao evento e algumas curiosidades sobre o Ano Novo Chinês.




O Ano-Novo Chinês é uma referência à data de comemoração do ano novo adotadas por diversas nações do oriente que seguem um calendário tradicional distinto do ocidental, o calendário chinês. As diferenças entre os dois calendários fazem com que a data de início de cada Ano-Novo Chinês caia a cada ano em uma data diferente do calendário ocidental.

O calendário chinês é lunissolar, tem em consideração tanto as fases da lua como a posição do sol. O ano-novo chinês começa na noite da lua nova mais próxima do dia em que o sol passa pelo décimo quinto grau de Aquário.

Um pouco de história!

Os chineses relacionam cada novo ano a um dos doze animais que teriam atendido ao chamado de Buda para uma reunião. Apenas doze teriam se apresentado e Buda, em agradecimento, os transformou nos signos da Astrologia chinesa.

Os doze animais do Horóscopo chinês a que correspondem os anos chineses são, de acordo com a ordem que teriam se apresentado a Buda na lenda acima citada: rato, búfalo/boi, tigre, coelho, dragão, serpente/cobra, cavalo, carneiro/cabra, macaco, galo, cachorro/cão e o javali/porco.

Desta forma, se 2015 foi o ano da Cabra, 2016 é atribuído ao Macaco e assim por diante.


O Muito Além no Ano Novo Chinês do Bairro da Liberdade





O evento explora vários aspectos da cultura chinesa e suas belas expressões artísticas e culturais. 


Durante os dias de festa são apresentadas várias atrações no palco como mostras de Kung Fu, de pintura e música chinesas, a tradicional Dança dos Leões, desfile de roupas típicas, entre muitas outras. O Climax do nosso passeio ficou na tentativa, alias com exito (rs), de tocar o dragão durante sua passagem. 





Acredita-se que os dragões trazem boa sorte as pessoas, que é refletida em suas qualidades que incluem o poder, a dignidade, a fertilidade, a sabedoria e o bom augúrio .


Abaixo compartilho com vocês um pouco do que pude apreciar da Dança do Dragão.





Além disso, no palco, localizado na Praça da Liberdade, há programação repleta de atividades culturais como: danças tipicas, apresentações artísticas, artes marciais.

Parte das Rua Galvão Bueno e a Rua da Glória possuem várias barracas oferecendo um pouco da diferenciada gastronomia chinesa, como tempura de repolho, couve-flor e camarão, Harumaki, o famoso bolinho primavera com recheio de carne e vegetais, e Dorayaki ou Imagawayaki, doce com recheio de feijão Azuki ou creme de baunilha, originário do Japão.

E aí, gostou? Dá um curtir, comente e compartilhe com seus amigos!!! Até a próxima!!!

Fontes: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ano-novo_chin%C3%AAs
Imagens: Arquivo Pessoal + Imagens obtidas atraves de pesquisa na internet. Todos os seus direitos reservados aos seus respectivos autores.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Muito Além... Dos Universos em Sua Mente [Encruzilhada - Lúcio Manfredi/ Publicidade Editora Draco]

Quando se está perdido dentro de si mesmo, como encontrar a saída? O Muito Além das Aspas, através da parceria com a Editora Draco apresenta para vocês um pouco sobre Encruzilhada, livro de Lúcio Manfredi.


Encruzilhada é um romance de suspense de Lúcio Manfredi, autor roteirista da TV Globo. Em uma mistura de ficção científica e horror, de mecânica quântica com umbanda, a trama se desenrola entre reflexões filosóficas e a busca da identidade. Quando devemos percorrer o labirinto de nossas próprias mentes, só resta o temor de ficarmos presos para sempre fora da realidade.

O Autor

Lúcio Manfredi nasceu em São Paulo, em 1970, e vive no Rio de Janeiro desde 2001. É escritor e roteirista da TV Globo, com contos publicados nas antologias Intempol (2001), Histórias do Olhar (2002), Como Era Gostosa a Minha Alienígena (2002), Vinte Voltas ao Redor do Sol (2005), Dez Contos de Terror (2009), Galeria do Sobrenatural (2009) e na coletânea Paradigmas 3 (2009). Em 2010, publicou seu primeiro romance, Dom Casmurro e os Discos Voadores.

O Livro

O Livro no site da Amazon
Título: Encruzilhada. (Link para o livro no Skoob)
Autor: Lúcio Manfredi.
Edição: 1º - 2015.
Editora: Draco
ISBN-13: 9788582430644

Sinopse :  Max é apenas um matador profissional em vias de se aposentar. Mas ao recusar o que deveria ser seu último trabalho, acaba se transformando em alvo. Fugindo de seus perseguidores, refugia-se numa casa aparentemente abandonada, onde se depara com acontecimentos misteriosos e estranhos fenômenos. Portas que levam a cômodos que levam a novas portas e cômodos que não parecem interligados. Talvez a casa seja uma encruzilhada entre diferentes planos de realidade. Ou talvez tudo não passe de uma alucinação e Max tenha simplesmente enlouquecido. Mas alucinações não andam armadas e ele precisa lutar por sua própria vida enquanto tenta desvendar o mistério da casa.

E para mim, como foi ler "Encruzilhada"?

Três foram os motivos que me interessaram a ler este livro:

1 – Eu o julguei pela capa, e a sinopse fez o resto do trabalho: Achei uma arte de Erick Sama muito bem aplicada a obra, formando um labirinto com as palavras que compõe o título.

2 – Universos paralelos – Meu fascínio;

3 – Curiosidade em conhecer os trabalhos da editora que adquirimos parceria recentemente – Editora Draco – conciliado ao fato de que seu acervo está disponível para assinantes do serviço de Streaming da Amazon – Kindle Unlimeted.

Vamos ao que interessa?

O livro Encruzilhada aborda um dos temas que mais me atraem: universos paralelos e suas possibilidades. Porém Lúcio Mandredi utiliza de premissas da umbanda como eixo de apoio aos fatos narrados, algo ao qual nunca tinha encontrado igual. Como assim? A base desses universos paralelos são as possibilidades de passado, presente e futuro de Max que supostamente se torna refém de sua própria mente, graças a uma intervenção de uma entidade.

No começo acompanhamos Max em uma tentativa de fuga. Para escapar de seus perseguidores, Max utiliza suas técnicas de matador profissional e se esconde sorrateiramente em uma casa que aparenta estar vazia.

À medida que o tempo passa dentro da casa, Max entra em contato com situações e objetos que o fazem questionar inclusive sua própria identidade. Presente, passado e futuro se intercalam numa intensidade que te faz questionar o que é real, o que é sonho. E a cada tentativa de escapar desta casa, ele se vê transformado em outra pessoa, localizada em outro espaço, em outro tempo. Agora não é apenas com o presente, passado e futuro do Max matador que ele tem de lidar, mas dele como outra pessoa, como outras pessoas. E também com o deslocamento no espaço-tempo de outros personagens ao seu redor. Para piorar as coisas, o clima de terror aumenta, chegando ao nível do insuportável para ele.

Fica difícil destacar uma cena sem dar spoilers, mas a característica atemporal da narração, que te joga do presente para o passado e do nada estamos em um futuro alternativo é algo que apreciei bastante. Também quero destacar a forma como ele explora as faces do agente causador de todas as situações do enredo, que é o Orixá Exu Caveira( o que me deixa curioso com relação a sinopse, pois, da forma como essa divindade é abordada na trama, se assemelha mais com os preceitos do Candomblé do que da Umbanda).

Com relação a caracterização dos personagens, destaque para a ótima construção do drama vivido pelo personagem principal e as formas como ele reconhece e encara seus desafios. O autor nos apresenta diversas faces de um suposto mesmo "Max", e é isso que te faz se questionar e querer saber, quem é Max e porque isso está acontecendo com ele?


O texto é bem construído e prazeroso de se ler, mesmo possuindo uma escrita um pouco rebuscada demais – nada que desmereça a obra. Vendo o lado positivo deste ponto, consegui agregar várias novas palavras e algumas expressões ao meu acervo lexical (usando também um cabal linguístico mais rebuscado, só para zoar um pouco, rsrsr). Metáforas estranhas e vulgares. Objetos inanimados, como uma vassoura, tornam-se personagens. Outra grande característica marcante da narrativa é a não linearidade, o texto fragmentado.

Encruzilhada é um bom livro, mesmo com suas peculiaridades, mas no geral uma obra muito boa de se apreciar. Mesmo com alguns defeitos com relação ao meu gosto literário em particular, tenho que assumir que o livro possui uma característica importante para uma boa obra literária: ele é difícil de largar, você não quer, você precisar ler um capitulo atrás do outro pela simples necessidade de satisfazer a sua curiosidade. Então méritos para Lucio Manfredi neste quesito!

E aí, gostou? Dá um curtir, comente e compartilhe com seus amigos!!! Até a próxima!!!

Fontes: https://www.skoob.com.br/encruzilhada-433607ed491259.html
Base do Texto – Sinopse do livro mais resumo e comentários pessoais e de alguns usuários do skoob.
Imagens: Obtidas através de pesquisas do Google. Todos os direitos reservados aos seus autores!